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1º ENCONTRO NACIONAL DE ASTROLOGIA
PROMOÇÃO: UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA
12, 13 e 14 DE AGOSTO DE 2005

Conferencista: ANTONIO FACCIOLLO NETO
Diretor e Fundador da Urânia – Instituto Paulista de Astrologia
Diretor Secretário da ABA-Ordem Nacional dos Astrólogos e Cosmoanalistas
Presidente do Sindicato dos Astrólogos do Estado de São Paulo

Ao iniciarmos esta palestra, queremos, em primeiro lugar, agradecer à Universidade de Brasília pela coragem de se atualizar em um assunto até hoje polêmico como a Astrologia, e aos organizadores deste significativo evento pelo convite, em especial ao meu querido colega e amigo Francisco Seabra e ao velho amigo, um dos mais antigos alunos do IPA e membro da ABA , seu distinto Pai, Geraldo Seabra.

Minha Tese de hoje: ASTROLOGIA, UM DESAFIO À CIÊNCIA OFICIAL

O propósito desta conferência é o de desafiar a ciência oficial a se defrontar com este conhecimento multimilenar que é a Astrologia.

Nascida do espanto dos homens do passado perante a beleza infinda do céu estrelado e dos fenômenos cíclicos do ano, origem de todo o simbolismo das Escolas Iniciáticas e das grandes religiões, a Astrologia, contra todas as expectativas dos detentores de status científico e das autoridades do ensino oficial, agora, em plena ressurreição cíclica, bate hoje às portas das Universidades e provoca a ciência para que exerça o seu papel fundamental, que é o da pesquisa aberta e isenta de preconceitos, ou seja, que parta para a experimentação e análise do fato astrológico, sem posições apriorísticas.

A Astrologia tem origem nas mais remotas civilizações e foi cultivada por praticamente todos os gênios do pensamento.

Só no Estatuto da ABA conseguimos relacionar 96 grandes sábios, entre os quais 10 Prêmios Nobel, 1 Prêmio Pulitzer, vários astrônomos, os mais destacados físicos, entre os quais o próprio Einstein, vários cardeais e Papas.
Aqueles que quiserem mais detalhes podem consultar o Site da ABA:
www.astrologia.org.br, onde encontrarão os nomes desses 96 sábios, e ainda o nome de 40 cientistas e pesquisadores, na maioria não astrológos, que acabaram fazendo as mais variadas pesquisas provando a influência da Lua e dos astros.

Hoje, há alguns cientistas corajosos e de mente aberta , como o astrônomo Percy Seymour, que estão dispostos a buscar a verdade contida na astrologia, e a dedicar suas energias e empenhar sua reputação investigando esta ciência tão agredida e mal compreendida. O Dr Seymour aplicou seus conhecimentos especializados sobre magnetismo cósmico para explicar estes fenômenos com todas as suas implicações.

O próprio astrônomo Carl Sagan, que, no Programa “Cosmos”, apresentado na televisão, condenou a astrologia de jornal mostrando as contradições comparadas e sem sentido, assim se manifestou ao referir-se à astrologia em si:
“Que não consigamos pensar num mecanismo para a astrologia é relevante, mas não convincente. Nenhum mecanismo era conhecido para, por exemplo, o desvio dos continentes quando proposto por Wegener. Apesar disso, vemos que ele tinha razão, e aqueles que fizeram objeções , baseadas na não-disponibilidade do mecanismo, estavam errados”

Noutras palavras, ele quis dizer que, se não sabemos como funciona a astrologia, não podemos simplesmente negar sua evidência.

Apesar dessa manifestação, muita gente ainda procura citar Carl Sagan para negar a astrologia, quando na verdade ele condenava os horóscopos da imprensa, da mesma forma que Kepler e outros grandes astrólogos do passado.

Astrologia é a ciência que investiga sistematicamente qualquer relação física, natural, vital ou transcendente, seja de caráter sincrônico ou causal, entre tudo aquilo que ocorre em um astro de qualquer sistema, e os demais astros e sistemas existentes. Procura descobrir as leis que regem as relações entre os fatos de um astro e seu ambiente cósmico.

A Astrologia é a ciência que através de um método próprio, racional , matemático e astronômico, estabelece o céu de nascimento, com a posição dos astros e da Terra, o horizonte local de um determinado instante e lugar que constituem o início, origem, nascimento, ponto zero ou de partida de uma vida ou ocorrência de qualquer natureza.
Exprime uma concordância entre o céu de nascimento e o indivíduo ou ocorrência a que pertence, seja do ponto de vista caracterológico, seja com relação a peculiaridades da vida ou curriculum desse indivíduo ou ocorrência.
A ciência não pode ser dogmática; nesta Era entrante de Aquário, tudo --- absolutamente tudo será objeto de estudo, com plena liberdade. A mesma liberdade de investigação fez com que a Astrologia seja hoje a ciência que maior número de pesquisas apresenta.

Em todos os cantos do mundo há alguém fazendo pesquisa astrológica.

O Astrólogo -- em geral um autodidata e mesmo livre-pensador -- divorciou-se dos dogmas científicos, abriu seu próprio caminho e investigou de tudo.

Lembro-me da minha primeira pesquisa astrológica, que ocorreu quando eu tinha 17 anos de idade. Reuni as Cartas astrológicas de centenas de compositores clássicos e descobri que a grande maioria tem ângulos desarmônicos entre Vênus e Saturno, ou pelo menos eles estão no mesmo Signo. Os valores que encontrei são significativos e aceitos como válidos pela ciência estatística.

Alguém poderia perguntar : -- por quê ?

Eu diria que o sofrimento interior leva o indivíduo a criar.

A psicologia freudiana explica isto e confirma a verificação astrológica.

Não é por acaso que toda a estrutura da psicanálise está assentada nos eixos da localidade de nascimento: o Horizonte = ASCENDENTE, o nato; o DESCENDENTE, os outros e a sociedade; o Meridiano = MEIO DO CÉU, o pai e a imagem do indivíduo perante o mundo; e o FUNDO DO CÉU, a mãe e a família, a origem atávica. Estão em ângulos mútuos de 90º, seja na esfera zodiacal, seja equatorial, juntamente com as demais Casas. Isto, certamente, não é novidade – é conhecido desde Hermes Trismegisto, há 6 mil anos.
Quando demonstramos isto com detalhes nas aulas de astrologia, os alunos se dão conta, além de qualquer dúvida, que Freud era estudante de astrologia. Ele adaptou a linguagem simbólica do hermetismo para a sua época e fez o seu aperfeiçoamento em astrologia com o Médico e Astrólogo turco Jéza Back de Surany, especializado em Astrologia Mundial e Meteorológica.

Esperamos que a ciência oficial venha a fazer pesquisas sobre astrologia, vencendo as barreiras comuns ao ambiente acadêmico e o preconceito injustificável que caracterizou algumas conclusões européias, como é o caso do Comitê Belga, que, perante toda a evidência e realismo das pesquisas estatísticas de Michel de Gauquelin, apelou para sofismas para negar essa realidade, desprezando a pesquisa com milhares de nascimentos na França, argumentando cinicamente que a pesquisa, para ser válida teria que estender-se para toda a Europa e não apenas na França...

O casal Gauquelin (Michel e Françoise) consentiu em expandir a pesquisa incluindo vários países de Europa -- e os resultados foram exatamente os mesmos. Nem assim o Comitê Belga se deu por vencido, e continuou a negar as evidências, numa demonstração de ceticismo realmente anti-científico.

Tais episódios nos fazem pensar em uma espécie de conspiração que tudo faz para impedir que surja a verdade. Por tanto tempo se inventaram argumentos inverídicos sobre a Astrologia, que agora faltam coragem e humildade para reconhecer os erros. Ao mesmo tempo, existe, sem dúvida, um compromisso com poderes políticos e religiosos aos quais não interessa que as pessoas tenham acesso a um trunfo de previsão de eventos tão importante como a astrologia.

Tenho um amigo, General da OTAN, -- cujo nome não devo citar, pois ele poderia ser prejudicado em sua carreira; ele me falava que agências coligadas dos serviços secretos dos países ricos financiam a edição de livros de astrologia popular, baseada em signos, para fazer com que o povo permaneça na periferia da astrologia de jornal -- que naturalmente é limitadíssima em matéria de previsão -- com o objetivo de desviar o interesse da verdadeira astrologia. Assim, um número muito pequeno da população pode prever realmente, e saber o que acontece nos bastidores.

O trunfo maior da boa astrologia acaba ficando um privilégio exclusivo dos governos, dos serviços secretos, dos dirigentes das grandes religiões, dos grandes banqueiros, industriais e comerciantes do mundo.
A Astrologia é realmente uma ciência, e seus efeitos podem ser medidos através de uma estatística dedicada; mas é preciso entender que a Astrologia é uma ciência holística, e possui metodologia própria.

A antiga Astrologia se antecipou em milênios à noção de ecosistema, e já em épocas recuadas preconizava a interdependência cósmica e a constelação de fatores sociais, meio ambiente imediato e estágio evolutivo para interpretar a vivência de cada indivíduo perante os fatores estelares. Sabemos hoje, através de milhares de observações de Astrólogos competentes que o indivíduo pode viver más influências astrológicas a nível físico, com acidentes e doenças; no plano emocional, com desastres afetivos e angústia existencial; como a nível social, com crises profissionais e questionamentos de auto imagem, ou a nível espiritual com a expansão da consciência e o aperfeiçoamento do ser.

Não houve povo em toda a história da Terra que não tivesse dirigido sua vista para o alto e não tivesse tirado algumas conclusões lógicas e empíricas sobre a influência dos astros.

A análise astrológica pode ser efetuada sobre qualquer acontecimento, é aplicável a todos os ramos do conhecimento humano:

Na biologia, na economia, na psicologia, na proteção às viagens aéreas, na prevenção de acidentes, na análise dos fatos políticos, nas épocas de eclosão de guerras e epidemias, no ciclo de nascimento e desenvolvimento das entidades, instituições, países, cidades, firmas comerciais. Tem uma aplicação extraordinária na Meteorologia, e a própria NASA usa a estatística astrológica de previsão de tempo de longo prazo – devidamente rebatizada como o nome de Vetoração Gravitacional -- que nada mais é do que a velha Astrometeorologia, praticada pelos astrólogos já há pelo menos 6 mil anos.

Assim, nosso colega astrólogo Landscheidt, assistente na NASA, conseguiu a marca de 95% de exatidão nas previsões de tempo de longo prazo com base nas posições planetárias, auxiliando na escolha das datas de lançamentos de artefatos espaciais.

A Astrologia Mundial e Meteorológica tem sido utilizada por dezenas de vezes pela Equipe do Instituto Paulista de Astrologia, composto por mim, por Vera Facciollo e por Antoine Daoud Filo para ajudar a humanidade a se precaver contra inundações, terremotos, secas, erupções vulcânicas, desastres ecológicos, sendo que alguns deles foram devidamente comprovados por Diretores da CETESB em São Paulo, pois já constavam meses antes nos Boletins da ABA.

Essa equipe previu com muita antecedência o atentado do Papa João Paulo II, a invasão do Afganistão pela União soviética, a Guerra das Malvinas, etc...

Também podemos citar o caso da Universidade de Roma, que, parodiando os médicos astrólogos da antiguidade a está utilizando na medicina com o nome de Ciclagem. Hipócrates já recomendava o estudo da Astrologia para todos os médicos. Foi matéria de uma Revista de Odontologia na década de 60.

Entre suas magistrais aplicações está a determinação dos dias críticos, que fazem conhecer a época das enfermidades e sua evolução no decorrer dos dias seqüenciais, e que deu origem ao errôneo cálculo do biorrítmo lunar de 28 dias.

Astrólogos europeus, preocupados em dar uma idéia de ciclo aplicado ao grande público, cometeram o erro de padronizar em 28 dias completos e recorrentes esse ciclo, que só é mensurável mediante a aplicação de equações astronômicas e efemérides calculadas com exatidão matemática.

Cumpre salientar que a velocidade média de um astro, usada dentro da equação para iniciar uma posição aproximada, não é a real, é apenas um artifício de cálculo, mais ou menos como a falsa posição na matemática.

Assim sendo, se utilizarmos uma boa efeméride astronômica para acompanhar as posições críticas da Lua, podemos com certeza ajudar o doente, antecipando as fases críticas. Ao contrário, se for utilizada a tabelinha fixa de biorrítmo, nossa previsão será um desastre. Aliás, a palavra “desastre” significa um “desencontro dos astros”, ou um “desarranjo dos astros”.

A doutrina dos dias críticos foi confirmada pela Comissão Norte Americana de Energia Atômica, que encomendou ao Laboratório Sândia uma pesquisa sobre os 25 anos anteriores, nos Estados Unidos, tanto para acidentes individuais como coletivos.

O resultado é surpreendente: quando as pessoas sofrem acidentes, a Lua está num dia crítico, ou seja, principalmente em oposição com sua posição de nascimento, ou seja, a 180º; e quando há acidentes coletivos de trens, ônibus, etc, na maior parte das vezes a Lua está no seu Apogeu.
Confirmando essa pesquisa, o único acidente de automóvel em minha vida ocorreu quando a Lua transitava a 180º de sua posição natal.

Na década 70 uma pesquisa de 120 óbitos efetuada por Vera Facciollo do IPA constatou-se que 42% dos portadores de aspectos desarmônicos entre SoL e Urano tiveram como causa mortis as deficiências cardiacas, infarto e outras complicações cardiacas.

Fizemos também, com os dados fornecidos pela Associação Brasileira de Talassêmicos, uma pesquisa sobre esse mal do mediterrâneo. Nesta anemia, os glóbulos vermelhos são menores do que os normais (Microcitemia), os casos mais graves são os Majors (+/- 3 mil crianças no Brasil) e os de menor intesidade são os minors. No caso major, a hemoglobina que contém uma grande quantidade de ferro (Marte), não é suficiente para reproduzir nova hemoglobina, quando as células vermelhas são destruidas.

A pesquisa astrológica revelou uma concentração maior de planetas em Leo, Virgem e Libra, e nas Casas I, IV, VII e com destaque para o major na Xª Casa. Destacam-se a presença de Júpiter e Netuno, os regentes de Peixes, no quadrante composto pelas Casa IV, V e VI. A presença de Marte, que governa o Ferro é muito maior do que o grupo de controle, seguido por Netuno. Os ângulos Sol_Marte, entre Talassêmicos, é de 67% concentrado de 0 a 45º.

Conclui-se que tendo a homoglobina grande quantidade de Ferro-Marte, e que Netuno influência as anemias, nada poderia ser mais claro.

Poderiamos citar dezenas de pesquisas, como por exemplo a explosão da Aids com a concentração planetária de 1982, a concentração anormal da população pobre nas grandes cidades, a queda da União Soviètica e do muro de Berlim todos previstos por Vera Facciollo nos Congressos da ABA.

O ritmo das marés tem correlação aproximada com o ciclo menstrual da mulher (a Lua), e o mês lunar chamou a atenção dos observadores desde os primórdios da vida. Depois de 14 dias da Lua Nova, a Lua está cheia, confundindo-se com os 14 dias em média da última menstruação, quando a mulher está fértil, e poderá ficar “cheia”, ou grávida.

O astrofísico Svante Arrhenius submeteu este problema das influências Lunares a um exame estatístico, registrando um claro aumento dos partos desde o 8º ao 11º e do 24º ao 27º dia do mês trópico (24 mil casos na Suécia) resultado confirmado por Buhler sobre 33 mil nascimentos em Fribourg-en-Brisgau.
O Comitê Belga diria com certeza que a pesquisa de Arrhenius está viciada porque só foram estudadas mulheres suecas !...

O começo das regras apresentaria as máximas frequências de 8º ao 14º e do 23º ao 27º dia (12 mil casos).
Também podem ser demonstradas as correlações das fases lunares com os ataques epilépticos. Há uma intensificação das crises imediatamente antes da Lua Nova, diminuição da curva no primeiro quarto, logo nova ascensão que conduz a um segundo máximo menos elevado que o primeiro, para a Lua Cheia.

Medicos e psiquiatras famosos observaram a freqüência das crises nervosas e processos patológicos nos dias de Lua Nova e de Lua Cheia.
Cientistas oficiais admitem a influência de Júpiter sobre as marés e sobre a corrente do Golfo -- "Gulf Stream" -- que nas Antilhas, na altura da Flórida, possui temperatura de 27 a 30ºC, largura de 56 km e espessura de 800 metros.

De início margeia o litoral oriental da América do Norte até a altura do cabo Hateras nos Estados Unidos, a partir daí desvia-se para a Europa banhando as Ilhas Britânicas, Islândia, litoral da Noruega a outras áreas.

Esta corrente tem importância capital no clima destes locais, aumentando a temperatura, amenizando o rigor dos invernos e tornando o clima mais úmido, e mais favorável à vida dessas regiões.
Investigadores como Nodon, Holtzey, Kritzinger e Jostakovitch puseram em relevo as influências dos planetas sobre as manchas solares, e outras periodicidades ligadas aos ciclos planetários foram reveladas por Moore, Budai e alguns outros.

Na década de 90, fizemos uma pesquisa no Instituto Paulista de Astrologia, sobre os últimos 200 anos de ciclos de manchas solares, e descobrimos que estão intimamento ligadas ao ciclo Júpiter-Urano.
Há anos atrás, em debate com um astrônomo, no Programa Ferreira Neto, abordamos esse fato, convidando-o a também fazer a investigação, e a resposta dele foi a de que não tinha tempo a perder com a bobagem da astrologia. Isso lá é postura científica ?!...

Foram intensamente divulgadas pela imprensa mundial as pesquisas do engenheiro americano John Nelson, cuja tarefa na Radio Corporation of America RCA, era o estudo das tempestades magnéticas. Acabou descobrindo que as perturbações são mais freqüentes quando os planetas estão situados sob os ángulos de 90 a 180º -- ângulos conhecidos como desarmônicos em astrologia, enquanto que são mais raras quando os mesmos astros se acham sob um ângulo de 120º, aspecto harmonioso na astrologia.

Mais de 250 mil experiências feitas por engenheiros químicos em quase todos os países do mundo, inclusive no Brasil, comprovaram que as moléculas da água tomam conformações geométricas especiais conforme a posição do Sol e da Lua.

Com esta constatação, confirmada pelos estudos da estação receptora de Riverhead ate 1932, Nelson pôde efetuar previsões para a RCA de modo a protegê-la contra as tempestades magnéticas.

Conforme a tradição astrológica, as irradiações dos planetas atuam sobre os distintos metais: o Sol sobre o ouro, a Lua sobre a prata, Mercúrio sobre o mercúrio, Vênus sobre o cobre, Marte sobre o ferro, Júpiter sobre o estanho e Saturno sobre o chumbo. Madame Kolisko, da escola antroposófïca de Steiner, após inúmeras experiências, que, aliás, continuam sendo repetidas, constatou o efeito da Lua sobre o nitrato de prata, de Marte sobre o sulfato ferroso, de Saturno sobre o nitrato de chumbo, de Júpiter sobre o cloreto de estanho e de outros, que conforme a nossa tradição produziram figuras geométricas especiais nos papéis de filtro de acordo com a repetição das mesmas posições cósmicas. Por fim, as experiências de Madame Kolísko dão uma prova dramática da influência da Lua sobre as plantas em seu crescimento, resultados confirmados pelas experiências de Agnes Fy fe.

O Dr. Frank A. Brown Jr. e seus colaboradores realizaram uma série de testes sobre os movimentos noturnos do feijão (movimento de sono dos feijões), juntamente com uma análise de corridas feitas por ratos durante o dia (corrida de ratos); as variações das cores dos caranguejos a os padrões de sono das moscas. Brown descobriu que todos seguiam um ciclo definido, reconhecivel e similar, se bem que o ápice da curva diferisse de uma espécie para outra. Estes testes foram realizados sob condições estritamente controladas, e ficou claro que os ritmos deviam ser devidos não a mudança climáticas externas, mas a influências de natureza persuasiva e cósmica envolvendo o Sol e a Lua, os “olhos do firmamento “, conforme a antiga tradição astrológica.

Todos os Livros antigos da humanidade, seja na Índia, na China, ou no oriente médio, com a Bíblia, há referências aos astros como sinais, avisos, o que nos faz refletir sobre as observações celestes dos antigos sábios

Organismos tão diferentes quanto a batata e o caranguejo obedeciam a uma periodicidade mensal (lunar) a anual (solar) sem possibilidade de erro. Esses ritmos eram caracteristicamente mais depressivos na Lua Nova e mais ativos na Lua Cheia; eram indiferentes à temperatura a mesmo às drogas. Um rato sob condições de controle, numa gaiola escura, era duas vezes mais ativo quando a Lua estava acima do horizonte que quando estava abaixo dele (influência do horizonte conforme as latitudes, pouco importando que nos polos o fenômeno seja outro), vindo a confirmar também o insistente testemunho de todos esses anos de velhas e jardineiros dedicados às plantas e aos jardins.

Brown continuou e provou que as ostras abrem a fecham suas conchas num ritmo distinto, sem relação com as marés. Supunha-.se que a ação física das marés, e não os efeitos da Lua, eram os responsáveis por isso. Brown, no entanto, pôs as ostras em recipientes à prova de luz em New Haven-Connecticut, a partiu para Evanston, a 1.600 km de distância, no Estado de Illinois, e colocou-as em água salgada especialmente preparada, numa câmara escura.

Em menos de duas semanas as ostras tinham ajustado seu ritmo de abrir a fechar às fases lunares para a Latitude e Longitude de Evanston em Illinois, o que quer dizer, para o ritmo da maré de Evanston se lá houvesse maré , provando que é a Lua, e não a ação real da água ou maré que provoca a periodicidade.

Brown também decobriu que os platelmintos (planárias) orientam-se pelas fases da Lua. Quando saem de seus envoltórios, desviam-se aproximadamente l0º para a esquerda durante a Lua Nova e 10º para a direita durante a Lua cheia.

Já na época de Aristóteles, sabia-se que as gônadas dos animais marinhos comestiveis, como os mariscos e ouriços-do-mar, atingem a repleção máxima durante a Lua Cheia, embora ninguém percebesse que era a luz da Lua que provocava o início do ciclo fértil.

Lucílio, na antiga Roma, entre 180 a 102 a.C, já dizia "A Lua alimenta as ostras, sacia os ouriços do mar, engorda os moluscos e as feras".

Observou-se que a data anual de migração do verme "Palolo viridis" do Pacifico, corresponde exatamente a uma determinada Lua nova. Esse ciclo é tão previsível que os pescadores da região, orientados por seus calendários, acorrem em grande número para apanhá-los .
Embriões de galinhas ou ovos fertilizados reagem aos movimentos do Sol, e funcionam mesmo quando ele não é visível.

Cricetos normalmente sincronizados com os movimentos do Sol foram depois induzidos a alterar esse padrão. Ao serem presos em gaiolas, ajustavam-.se ao período mais longo do dia lunar, retrocedendo esporadicamente ao relógio solar.

O Dr. Leonard Ravitz, da Duke University, explorando mudanças no potencial elétrico emitido pelo corpo de pessoas normais e doentes, encontrou mudanças marcantes coincidindo com as fases da Lua e com as estações, quando os doentes apresentavam maiores distúrbios.

Com isso era capaz de prever com sucesso o estado emocional de seus pacientes, e ratificou a antiga crença, de que havia mais inquietação entre os doentes quando a Lua estava Cheia.
Continuando a pesquisa, Eisler concluíu que os pacientes com maiores distúrbios eram os que ficavam perto da janela afetados pela luz do luar.

Ravitz afirmou "Somos todos máquinas elétricas e portanto as reservas de energia podem ser mobilizadas por fatores periódicos universais tais como as forças lunares que tendem a agravar os desajustamentos e conflitos já presentes.”

O Dr. Eugen Jonas, psiquiatra tcheco, depois de se inspirar em antigos papirus astrológicos egípcios, determinou, com 87% de acerto, que as mulheres ficavam férteis quando o Sol e a Lua restabeleciam a relação angular exata que apresentavam nas cartas ou horóscopos natais das pacientes – posição recorrente -- da Revolução Sinódica.

Portanto, a mulher é fértil, nesta posição sinódica, além do conhecido ciclo de Ogino Knauss. O que explica as “zebras” no controle de natalidade...
Suas pesquisas foram elaboradas no hospital de Poszoni, e levaram também á conclusão de que a posição da Lua

no momento da concepção pode determinar o sexo do feto.
Infelizmente o Dr. Eugen Jonas não era astrólogo, e deixou muitas lacunas. Na década de 80 conseguimos para o Instituto Paulista de Astrologia o material de Jonas com centenas de dados natais, de concepção e de parto das mães. Após a análise chegamos a conclusões mais completas através do “gatilho” de certos trânsitos planetários especiais, que se repetem em quase 100% das vezes.

A conclusão foi de que a posição sinódica Sol-Lua era a base, mas era somente ativada quando esses “gatilhos” estavam presentes.

Em 1938, no Japão, Yamahaki estudou a freqüência de 33 mil nascimentos e encontrou uma freqüência significativa ocorrendo nas Luas Cheia e Novas a maior freqüência ocorrendo um ou dois dias antes do primeiro e último quartos. Menaker, um ginecologista americano, confirmou isso com um estudo de meio milhão de nascimentos.
Gutman e Oswald, estudando 10 mil casos de menstruação por um período de 14 anos, encontraram um máximo definido nas Luas Cheia e Nova.

Arrhenius, no começo do século tinha chegado a uma conclusão similar ao estudar 11 mil casos.
Depois de ler as experiências levadas a efeito pelo químico italiano Giórgio Piccardi, o Dr. Abram Hoffer, diretor de pesquisa psiquiátrica no Hospital da Universidade de Sakatchewan, no Canadá, decidiu ver se os pacientes mentais sob os seus cuidados estavam sujeitos às mesmas influências externas que regiam os precipitados químicos de Piccardi, e assim descobriu que os depressivos reagiam fortemente a seus piores períodos. No hemisfério Norte, caiam sem erros em Março.

Neuróticos, ao contrário, mostravam periodicidades de uma maneira inteiramente diversa, com um auge de neurose em Janeiro a Julho, enquanto que os esquizofrênicos mostravam-se notavelmente insensiveis a qualquer forma de influência externa. Hoffer fez a interessante observação de que, sendo os neuróticos na maior parte quase normais, se poderia encarar janeiro a julho como psicologicamente significativos em face da população em geral.

O Dr. Edson Andrews, médico americano, foi informado por sua enfermeira de que os pacientes estavam tendo significativamente mais hemorragias em certas épocas do que em outras. Andrews primeiramente riu da idéia, mas depois de um inquérito mais organizado a respeito, revelou que em 100 casos de operação de amídalas, 82% das crises de hemorragia ocorriam entre o primeiro e o terceiro quartos da Lua. A desproporção era mesmo maior do que tinha parecido. Uma reverifícação feita por um outro médico produziu resultados semelhantes.

Rudolf Steiner afirmava que era possível preparar um remédio contra o câncer feito de "visco", mas o efeito desse remédio dependia de quando a planta fosse colhida e dessa forma quando foi fundado um laboratório de pesquisa de câncer em 1949 deciciu-se testar o "visco" para ver se estas variações em suas propriedades podiam ser medidas. Seu efeito tóxico sobre os ratos brancos foi testado regularmente, seu PH (grau de acidez) foi medido e a seiva do visco foi trabalhada num processo chamado dinamólise capilar, no qual faz-se a seiva aparecer num pedaço de filtro de papel. Isto deixa uma marca que, quando fixa, pode ser fotografada, e as fotografias tomadas mostram as variações nas marcas.

Depois de 70.000 dessas experiências, foram estabelecidas e definidas complexas ondas harmônicas de curta e longa duração. As marcas eram em particular afetadas pelos eclipses, vindo confirmar a afirmação milenar dos astrólogos de que as plantas possuem diferentes propriedades de acordo com a época astrológica em que são colhidas.

O Dr. E. M. Dewam, cientista da aviação americana, físico especializado em oscilações lineares, comprovou que o período menstrual das mulheres é regulado pelo ciclo lunar de 29,5 dias (Revolução Sinódica) e que a irregularidade em muìtas mulheres se deve principalmente à iluminação artificial que foi alterando o relógio de luz lunar natural.

Para comprovar isto, uniu-se ao psiquiatra Dr. John Rock, solicitando a 20 mulheres qua sofriam de irregularidades crônicas no ciclo menstrual para terem a luz acesa por três noites seguidas a partir do 14º dia após a menstruação (equivalente ao Plenilúnio). Os resultados foram perfeitos, e as 20 mulheres tiveram plenamente regulares os seus ciclos menstruais. Os resultados deste experimento foram publicados no "American Journal of Obstetry and Gynecology.

Este fato indica mais uma vez que as influências cósmicas são de origem eletro-magnética e fotônica.

Os cientistas conseguiram também estabelecer uma correlação entre os acidentes e as manchas solares. O período de 1968 a 1969, nos Estados Unidos, apresentou a maior taxa de acidentes dos últimos 20 anos, o que coincidiu com o número de manchas solares observadas no mesmo período.

Determinaram da mesma maneira que o número de pessoas feridas aumentava sistematicamente nos primeiros 7 dias do ciclo de 26 dias do campo magnético terrestre devido á rotação solar. Depois o número decrescente, de novo sistematicamente aumenta nos dias 13, 14, 20 e 25 do ciclo.

NOÇÕES DE PESQUISA ESTATÍSTICA APLICADA À ASTROLOGIA
Por Vera Facciollo - Diretora do Insituto Paulista de Astrologia

1. Introdução;

A Astrologia nos chegou através de uma tradição, oral ou escrita, cuja origem hoje desconhecemos. Talvez provenha de um conhecimento transmitido á Humanidade de uma forma já acabada e global, embora adaptada ao estágio de desenvolvimento mental a tecnológico em que ela se encontrava na época.

Por exemplo, Urano como governante da eletricidade e da aeronáutica; Plutão como regente dos assuntos do inconsciente e das grandes produções em massa, e a energia atômica, são conhecimentos adquiridos pela moderna civilização e adicionados á tradição da Astrologia praticamente nestes séculos.

Mas também é possível que todo esse conhecimento astrológico tenha sido acumulado durante séculos de observação direta das configurações astrais e dos fatos e acontecimentos delas decorrentes. Neste caso, o método de acumulação desse cabedal foi puramente estatístico, porém, de forma empírica, pela observação de repetições sucessivas.

O astrólogo de hoje, de posse do conhecimento tradicional, pode usá-lo como ponto de partida; se deseja aprofundar-se nele, não tem outra alternativa senão colecionar fatos que se repetem e pesquisar as configurações astrais que os provocaram.

Os caminhos da moderna Astrologia levam necessariamente ao procedimento científico rigoroso, cercado de garantias estatisticas. O modelo científico atual exige que o pesquisador fale a linguagem das probabilidades e saiba exprimir-se inclusive em termos de computador eletrônico -- instrumento que a Astrologia já vem utilizando e cujo uso deve ser procurado pela Astrologia não tanto para elaborar horóscopos mas como para compará-los e extrair deles os pontos comuns que poderão acrescentar novos dados ao conhecimento tradicional.

2. Os campos da pesquisa astrológica:

A dificuldade em reunir suficientes informações de cunho astrológico sobre qualquer assunto parece ser o obstáculo maior para o aperfeiçoamento estatistico da Astrologia.

A pesquisa sobre enfermidades, por exemplo, exige que um astrólogo dedique alguns meses ou mesmo anos de sua vida à coleta de dados em hospitais, enfrentando, além da dificuldade natural na obtenção de data a hora exatas de nascimento dos doentes, também a barreira dos preconceitos e da incredulidade, encontradiços em todo lugar onde se fala de Astrologia sem ser convidado.

Em Astrologia Mundial, a dificuldade está em obter informações corretas sobre a independência dos paises, sendo longa e trabalhosa a tarefa de determinar a hora exata dos eventos.

Entretanto, sempre que haja a oportunidade de reunir dados confiáveis, a pesquisa astrológica se pode tornar um fascinante tratalho a serviço da Ciência e da Humanidade.

Sao vastos a ainda pouco explorados os campos abertos à pesquisa estatística em Astrologia. Profissões e enfermidades talvez sejam os dois ramos mais estudados, como se pode ver nos trabalhos de André Barbault,

Nicola Sementowski Kurilo e Michel e Françoise de Gauguelin
Mesmo assim, as conclusões não são tão seguras qunato seria de desejar.

A pesquisa dos efeitos dos planetas mais lentos é outro.campo que desafia o moderno conhecimento astrológico, sendo poucos os autores que se aventuraram a fazer afirmações sobre Netuno e Plutão.

3. O procedimento estatístico:

O primeiro passo do trabalho estatístico, depois de eleito o assunto da pesquisa, é a escolha das variáveis a serem analisadas.

Se formos estudar os efeitos planetários sobre a escolha da profissão, os focos da análise serão: as Casas II, VI e X, os planetas e seus aspectos presentes nelas, os signos relacionados com essas Casas: Touro, Virgem e Capricórnio (situados a interceptados), seus regentes e respectivos aspectos, os planetas mais próximos do Sol, e ainda os planetas e signos angulares.

Temos aí uma gama de tópicos que podem ser analisados em conjunto ou cada um em separado.
Será obviamente muito mais simples e racional optar por uma só daquelas variáveis de cada vez, e estudar a freqüência com que ela incide provocando determinados efeitos, primeiro isoladas e depois em conjunto.

Quanto maior o número de variáveis que se deseja estudar em conjunto, maior a dificuldade das conclusões. Assim, é mais conveniente começar a opção por uma interrogação do tipo: "Quais as profissões mais freqüentes entre as pessoas que têm Saturno na VIª Casa ?" do que: "Que profissão têm as pessoas com Saturno na VIª Casa em Aries, Marte na Xª em Leo e Sol e Mercúrio na III em Sagitário?"

É compreensivel que a quantidade de dados disponiveis no primeiro caso é infinitamente maior que no 2º caso, o que já é um bom princípio para uma pesquisa.

Outro enfoque conveniente e mais objetivo é a escolha de um tópico específico para pesquisa, dentro de um assunto mais geral, como por exemplo:

"O que determina a profissão de pedreiro?

Neste caso, é lógico que a pesquisa se fará entre pedreiros profissionais, de forma a extrair o denominador comum entre seus horóscopos. Dando mais um exemplo, é preferivel e mais prático perguntar "O que há de comum entre as pessoas que sofrem de bronquíte asmática ?" do que interrogar: "De que doenças sofrem as pessoas que têm a conjunção x na sua VIª Casa?"

Enfim, resumindo, é mais simples começar por um tema ou assunto específico e colecionar horóscopos relacionados com ele, do que pesquisar mil horóscopos que tenham algo em comum e descobrir o que há em comum na vida de seus nativos.

Será sempre mais cômodo reunir 30 horóscopos de pintores conhecidos e analisar seus pontos comuns do que analisar centenas de horóscopos com Vênus na Xª Casa (a primeira hipótese por onde se começaria uma pesquisa desse gênero) - para enfim descobrir as porcentagens mais variadas de pessoas que escolheram como atividade profissional a músïca, a pintura, a dança, o desenho, a costura ou as prendas domésticas.

Concuindo, torna-se patente que a Astrologia é, de fato, “a Ciência das Mil e Uma Utilidades”. Aplica-se a praticamente qualquer ramo da atividade humana: nas relações sociais, na escolha vocacional, na previsão do clima e dos desastres naturais (colocando época e local com notável precisão), nas lides agrícolas, (escolhendo as melhores épocas para plantio e colheita), no diagnóstico precoce de doenças, (fornecendo, desde o momento do nascimento, informações precisas sobre as moléstias mais prováveis), na prevenção de acidentes pessoais, ou de atividade criminosa; na escolha de melhores dias para intervenções cirúrgicas de alto risco – e na pesquisa pura, em geral, trazendo explicação racional para fenômenos ainda misteriosos para nosso entendimento.

Propomos aqui ao Centro de Pesquisas Interdisciplinares – e a todos os Centros universitários e Institutos de Tecnologia do País -- a inclusão da Astrologia nos currículos e programas de estudo, como uma das matérias que pode contribuir para esclarecer conexões pouco conhecidas entre fenômenos aparentemente sem ligação, como a quantidade de ferro no sangue do talassêmico ou a concentração de lítio no organismo dos depressivos, ou ainda a resistência de ligas metálicas ou a concentração de certos alcalóides ou componentes químicos na seiva das plantas utilizadas como fonte de princípios ativos na produção de fármacos – tudo vinculado a determinadas posições dos astros.

A redescoberta da Astrologia neste novo Milênio pode trazer para a Humanidade importantes melhorias na qualidade de vida, na compreensão das relações humanas, na tecnologia, no aperfeiçoamento da organização social e no progresso da ciência. Ela pode, finalmente, fazer-nos compreender muito melhor e mais profundamente nosso ambiente cósmico e nosso próprio planeta Terra.


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55 11 3361-5776
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